sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Quantos não cristãos frequentam a sua comunidade?


Sei que essa pergunta soa até estranha para alguns. Pra ser sincero, a primeira vez que eu ouvi isso também achei estranho. Automaticamente pensei em mensagens de auto ajuda sem fundamento biblico, evangelho aguado, receio de pregar a Verdade, etc.

Mas assim que comecei a trabalhar com a Newsong aqui no 511 e a conhecer o pessoal da Mosaic, vi isso acontecendo naturalmente.

Há alguns meses atrás eu tive a chance de participar de um workshop com o Eric Bryant, pastor da Mosaic, onde ele falou sobre Homossexualismo e a Igreja.

Nessa conversa, ele compartilhou sobre a quantidade de homossexuais que frequentam a Mosaic.

Eu já sabia que a Mosaic não apoiava o homossexualismo, porém estava muito curioso para saber como que isso funcionava na prática. Então perguntei:

Como que homossexuais fazem parte de uma comunidade que não apoia as práticas sexuais deles?

A resposta dele foi simples: Nós não temos medo de ter conversas difíceis cara a cara. Quando tratamos de assuntos sensíveis, nós sempre conversamos pessoalmente e buscamos na bíblia as respostas. Nós não nos escondemos atrás do pulpito.

O processo de conversão é igual para todos. Para verdadeiramente seguirmos a Cristo precisamos entregar TUDO (sexualidade inclusa) para Ele.

Qualquer pessoa que chega a nossa comunidade é aceita como ela é e sabe que pode fazer as perguntas que quiser.

Achei muito interessante a forma com a qual eles lidam com assuntos tão delicados.

O que eu vejo a Mosaic fazendo é abrir espaço para o dialogo. Algo que geralmente nós (Cristãos) evitamos quando o assunto é homossexualismo, outras religiões e mais um monte de coisa que a biblia fala.

Dialogar não significa concordar.

O amor primeiramente ama. Quando você ama alguém você ouve, busca entender, é empático... DIALOGA.

Semana passada tivemos 15 pessoas em nossa reunião no 511, 6 delas não são cristãs mas frequentam a nossa comunidade. Elas frequentam nossa comunidade pois gostam daquilo que fazemos para os mais necessitados, porque se sentem aceitas e porque as respeitamos.

Quando você começa a agir como Cristo você descobre algo fantástico: As pessoas, na verdade, gostam de Jesus e se sentem atraídos por Ele. O nosso trabalho é não atrapalhar aquilo que Cristo está fazendo.

Seja Jesus.

videoadoração

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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Igreja Vomitada


Vejo crentes e denominações de estilos e pensamentos diferentes, mas todos coincidem em uma coisa: Falta de motivação e paixão pelas coisas do Reino. O que esta acontecendo é uma mudança constante de modas "evangélicas", e gente correndo para um lado e para outro atrás de alguma "sensação" diferente ou algo que os motive a continuar no meio eclesiastico. O propósito principal da igreja foi ficando para atrás e a própria igreja elaborou novos propósitos para si própria; que estão bem longe dos propósitos que permeiam a graça.


Eu vejo pessoas não-crentes que são apaixonadas e até dedicam suas vidas por aquilo em que acreditam. Conheço gente de seitas e outras religiões que contagiam pelo entusiasmo e paixão por suas crenças e pelo que podem ajudar o próximo através do meio em que estão. Vejo as Testemunhas de Jeová, tão persistentes nas suas visitas, a ponto de não se importarem de seguir em marcha de casa em casa aos dmingos em que ningué quer ou tem paciência de atendê-los, mas continuam porque eles acreditam no que falam.


E nós? Supostamente os "donos" da verdade; os "detentores" do poder de Deus?


Religioso não é apenas aquela pessoa que "tem cara" de religioso. Mas religioso é todo aquele que se tornou "morno" (Ap 3:16) "Assim, porque você é morno, não é frio nem quente, estou a ponto de vomitá-lo da minha boca".


E somos mornos por que apenas discursamos sobre o amor e a graça do Reino.


Somos mornos por que vivemos o evangelho do eu-quero-e-posso-ter-tudo.


Somos mornos por que o nosso discurso não convence mais a não ser que venhamos a prometer algum bem em troca.


Somos mornos por que ninguém mais sente o calor em nossas ações, por que quando não são escassas são inexistentes.


Somos mornos por que estamos sentados em nossos bancos dentro de nossas igrejas confortaveis e alienados sobre a necessidade do outro individuo que está logo a dua fileiras atrás.


Somos mornos por que somos religiosos, automáticos, mecânicos e previsíveis.


Contra essa vida morna te convido a se aquecer na união com o outro, no amor ao teu próximo pela graça de Cristo.
Assim contruiremos juntos uma igreja invisível, indivisivel e irresistivelmente graciosa.

Lion of Zion

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Falta ciência na vida de alguém


(Fato ocorrido em 1892, verdadeiro e que faz parte de biografia)

Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem
universitário, que lia o seu livro de ciências.

O senhor, por sua vez,lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia, e estava aberta no livro de Marcos. Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:

- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?

- Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?


- Mas é claro que está ! Creio que o senhor deveria estudar a História
Universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião.

Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.

- É mesmo? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia ?

- Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.

O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu
cartão ao universitário.

Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba.

No cartão estava escrito:


"Professor Doutor Louis Pasteur, Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França".

"Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima" (Louis
Pasteur)

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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Por amor vale a pena!


Este texto é uma redação escrita por um rapaz no início de 2002, um ano após sua conversão, quando ele estava no 1º ano do Ensino Médio.

Os nossos amores são os mais variados. Existem pessoas que amam acima de tudo um objeto. Outros, o dinheiro. Outros, ainda, uma pessoa. Mas diferentemente de todos esses, existem aqueles que amam o desconhecido, que amam aquilo que nunca viram, que amam Deus. Esses são os cristãos, que podem amar ao ponto de abandonar todos os antigos amores, para amarem somente Aquele que primeiro os amou.

Sim, os cristãos verdadeiramente amam. Mas eles amam porque Deus os amou primeiro (I Jo.4.19). O amor deles não vem deles mesmos, mas é um dom de Deus, o dom maior. Amor movido não pelo que vêem, mas pelo que crêem; amor que brota da fé.


Por esse amor tudo vale a pena! Vale a pena dar os bens aos pobres, ainda que isso venha a empobrecê-los; vale a pena ser açoitado, ainda que isso os leve à morte; tudo vale a pena por esse amor!


Nenhum desejo soberbo move esses homens; nada eles recebem pelo que dão, nada esperam receber; simplesmente amam. Amam aqueles que neles batem, os machucam, xingam e os perseguem. Recebem um tapa numa face e voltam a outra àquele que os machucou. Não pagam o mal com mal, nem o ódio com ódio; não estão debaixo da lei de talião, mas da Lei de Cristo, que assim diz: "amai-vos uns aos outros, como Cristo os amou" (Jo.13.34).


Sim, amar como Cristo nos amou. Qual foi o amor que Cristo demonstrou a nós? A Sua morte! "Ninguém tem maior amor do que esse: de dar alguém a própria vida em favor de seus amigos" (Jo.14.13), disse Jesus com respeito ao Seu amor. Amar como Ele, isso é o que fazem aqueles que negaram-se a si mesmos, pegando a sua cruz. Aqueles que "em face da morte, não amaram a própria vida" (Ap.12.11). Aqueles que, pelo seu amor tão semelhante ao de Cristo, foram chamados "cristãos" em Antioquia (At.11.26).


Sim, pelo amor a Deus – não por aquilo que Ele faz, mas por aquilo que Ele é – todas as coisas valem a pena. Fiel é Aquele que fez a promessa: "Eis que venho sem demora, para retribuir a cada um segundo as suas obras" (Ap.22.12).


André Aloísio

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